segunda-feira, 23 de junho de 2014

Os anjos de Mons: o misterioso exército de fantasmas



Um mês após a dura batalha de Mons, na Primeira Guerra Mundial (1914-1918), foi publicada no “Evening news”, de Londres, uma notícia que causou tremenda sensação na época e provocou uma controvérsia que ainda dura até os dias de hoje. A notícia, escrita pelo jornalista Arthur Machen, referia como uma pequena força expedicionária britânica, numa desproporção numérica de três para um para o exército alemão, fora aparentemente salva por reforços celestiais. Os anjos de Mons surgiram repentinamente entre os ingleses e os alemães, que se defrontavam nessa batalha. De acordo com a notícia, os alemães recuaram confusos e medrosos.


A batalha foi travada em 26 de agosto de 1914, e quando a notícia foi publicada, entre setembro e outubro, a maioria dos sobreviventes ainda se encontrava na França. No mês de maio de 1915, a filha de um pastor em Bristol publicou na revistinha da paróquia o que dizia ser a confissão de um oficial britânico, sob juramento. Nela, o homem declarava que, quando a sua companhia se retirava de Mons, fora perseguida por uma unidade da cavalaria alemã; o oficial procurou um lugar para os britânicos se abrigarem, mas os alemães os alcançaram.

Esperando uma morte certa, os ingleses voltaram-se e viram, então, para seu espanto, uma companhia de anjos entre eles e os inimigos. Os cavalos alemães, extremamente assustados, fugiram para lados diferentes enquanto os soldados berravam de medo. O capelão do exército, reverendo Chavasse, declarou ter ouvido a mesma história de três soldados que participaram dos pelotões que ficaram próximos a Mons.

Ainda de acordo com o relato dessa revistinha paroquial, o exército celestial escoltou os ingleses por cerca de meia hora até desaparecer tão misteriosamente como havia aparecido. Do lado alemão surgiu a notícia de que os combatentes germânicos haviam recusado a atacar em determinado ponto onde as linhas inglesas tinham sido cortadas, devido à presença de grande quantidade de tropas. Segundo os registros dos aliados, não havia nessa altura um único soldado inglês na área.


Um detalhe muito importante sobre os anjos de Mons é que nenhum deles foi divulgado em primeira mão através das próprias testemunhas do ocorrido. Sempre quiseram manter anonimato, com medo do deboche popular e do impedimento de promoção no exército. Nenhum nome é citado, sempre ficando no nível do incerto: um soldado, um general etc.

Anos depois, o jornalista autor da notícia reconheceu que tudo se passava por fantasia para tempos difíceis, pois ele queria que as pessoas acreditassem em Deus e na intervenção divina – naquela época já diziam que os alemães eram anticristos, e nem imaginavam que coisa pior pudesse vir: a Segunda Guerra, a partir de 1939. Machen terminou sua carreira escrevendo contos de ficção científica e suspense.

O mistério tornou-se, assim, mais intrigante. Apesar do desmentido, muitos soldados confirmaram boatos relacionados à batalha de Mons, e os investigadores do exército chegaram a acreditar que algo sobrenatural houvesse ocorrido lá. Será que eles realmente viram algo sobrenatural, ou apenas reproduziram uma história que lhes agradava?

Os anjos de Mons são personagens folclóricos britânicos e depois de 1915 foram lançados livros, filmes, novelas, documentários. Até mesmo uma ópera foi escrita para relembrar esse fato que mistura guerra e sobrenatural.



domingo, 22 de junho de 2014

As maiores coincidências da história



10. Uma mulher, andando com seu carro na rua, foi tentar desviar de um gato e acabou batendo num carro que vinha na mão oposta. Todos morrera: ela, o gato e as duas pessoas no outro veículo. A coincidência é que os ocupantes do outro automóvel eram pais de um namorado que ela teve oito atrás.

9. Um ator morreu em 30/12/55, quando ia para uma corrida, após desistir de levar seu Porsche 550 de caminhão. No próprio lugar onde aconteceu o acidente, uma outra morte aconteceu: o carro caiu no motorista que tinha ido tirá-lo de lá. Outros carros de corrida que receberam e utilizaram peças do 550 se envolveram em sérios acidentes, um deles mortal. E não foi aí que tudo acabou! Um homem que comprou o carro logo depois do ator morrer teve o carro roubado quando voltava de caminhão de uma exposição em 60.

8. Mais de 150 anos separam duas inglesas, mas suas biografias têm semelhanças incríveis! As duas estavam na casa dos 20 anos quando foram estupradas e estranguladas, na cidade de Erdington. Os dois atos aconteceram numa terça, 27/5 de 1817 e 1975. Além disso, na véspera, as duas passaram na casa de suas melhores amigas e puseram vestidos novos para irem dançar. Os dois suspetiso se chamavam Thornton e foram absolvidos nos dois casos.

7. Uma escritora ia em todos os sebos de Paris, quando encontrou um livro de histórias infantis do século 19. Ficou muito feliz, sendo que esse livro foi um dos que mais marcou sua infância em Colorado, EUA. Enquanto estava lendo o livro, seu marido viu na contracapa o nome e o endereço da esposa da época em que ela morava nos Estados Unidos, muitos anos e kms antes.

6. Um inglês morreu no dia 22/5/75, pouco depois de ter dado entrada num hospital, com fortes dores no peito. Seu irmão gêmeo, morreu no mesmo dia, com as mesmas circunstâncias! Tudo foi igual: as dores, a hora que começou o incômodo, a hora de entrada no hospital e a hora em que o coração parou de bater. Só o hospital não era o mesmo, tendo 130 km de distância um do outro.

5. O rei Humberto I ia jantar quando viu um cara igualzinho a ele, que era o dono do restaurante. Foi conversar com o sósia e viu que nasceram no mesmo dia, 14/4, e sua esposa e filho tinha o mesmo nome, Margherita e Vittorio. Um dia após esse encontro, o rei faleceu, justo quando ia dar os pêsames à mulher do sósia, que morrera de bala perdida.

4. Em 73, um ator ia fazer um filme, quando rodou a cidade de Londres atrás de um livro com o mesmo nome, não o achando. Quando esperava o metrô, viu o livro largado num banco! Começando as filmagens, o autor do livro foi ao set de filmagens, se lamentando pela perda de um exemplar "de estimação" com várias anotações na capital inglesa. Era o mesmo livro que o ator havia achado...

3. Em 1899, um ator estava trabalhando no Texas quando passou mal e faleceu. Como o Canadá era muito distante, enterraram-no por ali mesmo. No ano seguinte, um furacão passou pela área, destruindo seu túmulo. fazendo o caixão ir parar no mar. Com as correntes marítimas, o corpo percorreu 5500 kms em oito anos e chegou ao mesmo lugar onde o defunto havia nascido 67 anos antes, no Canadá, onde o caixão foi achado por pescadores. O "sortudo" foi enterrado pertinho da igreja onde tinha sido batizada quando criança.

2. Todos dizem que raio não cai no mesmo lugar mais de uma vez. Pois isso é pura lenda! Numa família, foram mortos o filho caçula, o pai e o avô, no jardim de casa. Os eventos aconteceram em 1899 (avô), 1929(pai) e 1949(filho).

1. Uma menina de 15 anos tem gêmeos e os entrega para a doação, separando-os. 39 anos depois, um dos filhos revira os cartórios de Ohio e descobre que o irmão está vivo. No encontro, em 9/2/79, os gêmeos descobrem como suas vidas eram parecidas: tinham o mesmo nome, eram casados com uma Betty, e a primeira mulher deles tinha o nome de Linda. Eram ótimos em matemática, mas ruins em inglês. Até a letra, pressão sanguínea e QI eram iguais. A única diferença era que o filho de um se chamava James Allen e o outro James Alan.